fbpx

doenças do cérebro

O tumor cerebral é uma massa de células anormais cancerígenas (malignas) ou não cancerígenas (benignas). Esta massa pode ter origem no cérebro ou nas estruturas adjacentes, bem como ter se espalhado para o cérebro a partir de uma outra parte do corpo (metástase).

Os sintomas podem incluir dor de cabeça, alterações de personalidade ou comportamento, perda de equilíbrio, falta de coordenação motora, perda de visão, perda de memória, dificuldade para falar e de concentração, alteração da compreensão e da linguagem, paralisia dos membros e crises convulsivas.

Contudo, muitos casos não causam nenhum sintoma (assintomáticos) e, quando o fazem, podem encontrar-se, muitas vezes, em um estágio bem avançando, o que dificulta o tratamento.

Além disso, tumores cerebrais podem causar sintomas por diversos mecanismos:

  • Invasão direta do tecido cerebral com destruição dos neurônios
  •  Compressão direta sobre o tecido cerebral aumentando a pressão no interior do crânio (hipertensão intracraniana)
  • Acúmulo de líquido no cérebro por bloqueio da circulação normal do líquido cefalorraquidiano (liquor)
  • Sangramentos por necrose

O tratamento pode envolver cirurgia (com remoção total ou parcial do tumor ou biópsia), radioterapia e quimioterapia.

Os sintomas podem incluir dor de cabeça, alterações de personalidade ou comportamento, perda de equilíbrio, falta de coordenação motora, perda de visão, perda de memória, dificuldade para falar e de concentração, alteração da compreensão e da linguagem, paralisia dos membros e crises convulsivas.

Contudo, muitos casos não causam nenhum sintoma (assintomáticos) e, quando o fazem, podem encontrar-se, muitas vezes, em um estágio bem avançando, o que dificulta o tratamento.

Além disso, tumores cerebrais podem causar sintomas por diversos mecanismos:

  • Invasão direta do tecido cerebral com destruição dos neurônios
  •  Compressão direta sobre o tecido cerebral aumentando a pressão no interior do crânio (hipertensão intracraniana)
  • Acúmulo de líquido no cérebro por bloqueio da circulação normal do líquido cefalorraquidiano (liquor)
  • Sangramentos por necrose

O tratamento pode envolver cirurgia (com remoção total ou parcial do tumor ou biópsia), radioterapia e quimioterapia.

O aneurisma consiste em uma dilatação que se forma na parede enfraquecida de uma artéria cerebral. Este enfraquecimento permite originar uma espécie de bexiga ou saco que cresce lentamente, podendo, em algum momento, romper-se. Quando isso ocorre é o que chamamos de Acidente Vascular Cerebral HEMORRÁGICO, com sangramento principalmente nos espaços entre o cérebro e as membranas que o revestem, chamadas meninges.

Por isso, o sangramento decorrente da ruptura de um aneurisma cerebral é conhecido como hemorragia subaracnóidea ou meníngea.

A maioria dos aneurismas só produz sintomas quando rompem e causam

sangramento. O sintoma clássico é uma dor de cabeça muito forte, súbita, e que geralmente é descrita pelos pacientes como “a pior dor de cabeça da vida”.

 

Pode vir associada com mal estar, sudorese, náuseas, vômitos, desmaio e coma. Mais raramente, pode vir associada com paralisia de um lado do corpo, perda da visão, convulsão e queda de uma das pálpebras.

 

Cabe destacar os fatores de risco para ocorrência de aneurisma cerebral, quais sejam: idade avançada, genética, tabagismo, pressão alta (hipertensão arterial), abuso de álcool, uso de drogas, e presença de aterosclerose (placas de gordura/colesterol no interior dos vasos).

 

Com o avanço das técnicas de neurocirurgia e neurorradiologia intervencionista, hoje existem duas possibilidades de tratamento dos aneurismas:

  • Cirurgia neurológica com clipagem (fechamento) do aneurisma
  • Tratamento endovascular com embolização do aneurisma por meio do cateterismo de vasos (fechamento por meio de stent e/ou molas intracranianas).

A maioria dos aneurismas só produz sintomas quando rompem e causam

sangramento. O sintoma clássico é uma dor de cabeça muito forte, súbita, e que geralmente é descrita pelos pacientes como “a pior dor de cabeça da vida”.

 

Pode vir associada com mal estar, sudorese, náuseas, vômitos, desmaio e coma. Mais raramente, pode vir associada com paralisia de um lado do corpo, perda da visão, convulsão e queda de uma das pálpebras.

 

Cabe destacar os fatores de risco para ocorrência de aneurisma cerebral, quais sejam: idade avançada, genética, tabagismo, pressão alta (hipertensão arterial), abuso de álcool, uso de drogas, e presença de aterosclerose (placas de gordura/colesterol no interior dos vasos).

 

Com o avanço das técnicas de neurocirurgia e neurorradiologia intervencionista, hoje existem duas possibilidades de tratamento dos aneurismas:

  • Cirurgia neurológica com clipagem (fechamento) do aneurisma
  • Tratamento endovascular com embolização do aneurisma por meio do cateterismo de vasos (fechamento por meio de stent e/ou molas intracranianas).

O TCE é resultado de uma lesão física direta ao tecido cerebral que, de forma temporária ou permanente, pode incapacitar suas funções. O diagnóstico é feito pela história clínica e confirmado por exames de imagem (idealmente tomografia computadorizada).

 

As principais causas são: acidentes com veículos automotores e outras causas relacionadas a transporte, quedas, agressões físicas e atividades esportivas.

O tratamento depende da gravidade das lesões e consiste em: suporte respiratório com manutenção adequada da ventilação, oxigenação e pressão arterial, além de contenção de hemorragias. Frequentemente torna-se necessário realização de procedimentos neurocirúrgicospara controle e mensuração da pressão intracraniana (PIC), descompressão do cérebro caso haja edema cerebral ou se a PIC estiver elevada, além da remoção e drenagem de hematomas intracranianos.

 

Cuidados pós operatórios em Unidades de Terapia Intensiva são fundamentais para manter a perfusão e oxigenação cerebral adequada, prevenindo complicações secundárias.

O tratamento depende da gravidade das lesões e consiste em: suporte respiratório com manutenção adequada da ventilação, oxigenação e pressão arterial, além de contenção de hemorragias. Frequentemente torna-se necessário realização de procedimentos neurocirúrgicospara controle e mensuração da pressão intracraniana (PIC), descompressão do cérebro caso haja edema cerebral ou se a PIC estiver elevada, além da remoção e drenagem de hematomas intracranianos.

 

Cuidados pós operatórios em Unidades de Terapia Intensiva são fundamentais para manter a perfusão e oxigenação cerebral adequada, prevenindo complicações secundárias.

O acidente vascular cerebral (AVC), comumente conhecido como derrame cerebral, é a doença que mais mata no Brasil e que causa mais incapacidade no mundo. Dados apontam que 70% das pessoas que sofrem um derrame não retornam ao trabalho e 50% ficam dependentes de outras pessoas para atividades do dia a dia.

O AVC ocorre quando vasos que levam sangue para o cérebro obstruem ou rompem, provocando interrupção do suprimento de sangue para os neurônios com privação de oxigênio e nutrientes para as células. A principal consequência é a paralisia da área cerebral afetada que, dependendo do tempo de privação, pode ter necrose com danos irreversíveis (sequelas neurológicas).

Existem dois tipos de AVC:

 

  • AVC Isquêmico: é o mais comum e representa 85% dos casos. Ocorre quando há obstrução de uma artéria limitando a passagem de oxigênio para as células cerebrais, que acabam morrendo.
  • AVC Hemorrágico: corresponde a 15% dos casos. Apesar de ser menos frequente, costuma ter maior mortalidade. Ocorre quando há um rompimento de um vaso cerebral, levando à hemorragia que pode ocorrer dentro do tecido cerebral ou no espaço entre o cérebro e a meninge.

 

Os principais sinais/sintomas são: formigamento ou fraqueza na face, no braço, ou na perna, sobretudo em um lado do corpo, alteração da fala ou da compreensão, alterações visuais, confusão mental, alterações de equilíbrio ou coordenação, tontura e dificuldade para andar, dor de cabeça súbita de forte intensidade, alteração do nível de consciência (sonolência/letargia) e crise convulsiva.

 

Os principais fatores de risco são: pressão alta, diabetes, colesterol alto, obesidade, tabagismo, abuso de álcool, sedentarismo, uso de drogas ilícitas, histórico familiar, envelhecimento e sexo masculino.

 

As causas mais comuns são: arritmias cardíacas, doenças das válvulas cardíacas, doenças cardíacas congênitas, insuficiência cardíaca, aterosclerose, distúrbios da coagulação do sangue, vasculites, dentre outras causas.

 

O AVC é uma emergência médica e, portanto, o paciente deve ser encaminhado imediatamente para atendimento hospitalar. O uso de medicamentos (trombolíticos e anticoagulantes) são utilizados para dissolver os coágulos e diminuir a extensão dos danos. Além disso, tratamento cirúrgico pode ser necessário em alguns casos.

Existem dois tipos de AVC:

 

  • AVC Isquêmico: é o mais comum e representa 85% dos casos. Ocorre quando há obstrução de uma artéria limitando a passagem de oxigênio para as células cerebrais, que acabam morrendo.
  • AVC Hemorrágico: corresponde a 15% dos casos. Apesar de ser menos frequente, costuma ter maior mortalidade. Ocorre quando há um rompimento de um vaso cerebral, levando à hemorragia que pode ocorrer dentro do tecido cerebral ou no espaço entre o cérebro e a meninge.

 

Os principais sinais/sintomas são: formigamento ou fraqueza na face, no braço, ou na perna, sobretudo em um lado do corpo, alteração da fala ou da compreensão, alterações visuais, confusão mental, alterações de equilíbrio ou coordenação, tontura e dificuldade para andar, dor de cabeça súbita de forte intensidade, alteração do nível de consciência (sonolência/letargia) e crise convulsiva.

 

Os principais fatores de risco são: pressão alta, diabetes, colesterol alto, obesidade, tabagismo, abuso de álcool, sedentarismo, uso de drogas ilícitas, histórico familiar, envelhecimento e sexo masculino.

 

As causas mais comuns são: arritmias cardíacas, doenças das válvulas cardíacas, doenças cardíacas congênitas, insuficiência cardíaca, aterosclerose, distúrbios da coagulação do sangue, vasculites, dentre outras causas.

 

O AVC é uma emergência médica e, portanto, o paciente deve ser encaminhado imediatamente para atendimento hospitalar. O uso de medicamentos (trombolíticos e anticoagulantes) são utilizados para dissolver os coágulos e diminuir a extensão dos danos. Além disso, tratamento cirúrgico pode ser necessário em alguns casos.

É definida como o acúmulo de líquido nas cavidades internas do cérebro (ventrículos), provocando alterações neurológicas. O líquido exerce pressão sobre o cérebro e pode causar danos cerebrais. É caracterizada pela dilatação da cabeça dos bebês, mas pode ocorrer também com adultos.

 

Os sintomas mais comuns são vômitos, letargia (sonolência, prostração), alterações no nível de consciência, dor de cabeça, cabeça com tamanho aumentado ou mesmo convulsões.

Existem três tipos de hidrocefalia:

 

  • Hidrocefalia não comunicante (obstrutiva)– ocorre quando o fluxo de líquido cefalorraquidiano é bloqueado dentro do sistema ventricular;
  • Hidrocefalia comunicante (não obstrutiva)– ocorre quando há absorção inadequada do líquido cefalorraquidiano;
  • Hidrocefalia de pressão normal (HPN)– um aumento da quantidade de líquido cefalorraquidiano nos ventrículos do cérebro com pouco ou nenhum aumento da pressão dentro da cabeça; mais frequentemente em idosos.

 

O tratamento consiste na implantação de cateteres (interno ou externo) inseridos cirurgicamente em um ventrículo para drenar o excesso de líquido. Não existe cura, mas o tratamento pode proporcionar alívio a longo prazo e salvar vidas.

 

A hidrocefalia constitui uma condição ameaçadora à vida, podendo, na dependência da doença de base, causar coma profundo e, até mesmo, morte em um curto intervalo de tempo, segundos a minutos. Por isso a importância do diagnóstico precoce e o início do tratamento o quanto antes.

Existem três tipos de hidrocefalia:

 

  • Hidrocefalia não comunicante (obstrutiva)– ocorre quando o fluxo de líquido cefalorraquidiano é bloqueado dentro do sistema ventricular;
  • Hidrocefalia comunicante (não obstrutiva)– ocorre quando há absorção inadequada do líquido cefalorraquidiano;
  • Hidrocefalia de pressão normal (HPN)– um aumento da quantidade de líquido cefalorraquidiano nos ventrículos do cérebro com pouco ou nenhum aumento da pressão dentro da cabeça; mais frequentemente em idosos.

 

O tratamento consiste na implantação de cateteres (interno ou externo) inseridos cirurgicamente em um ventrículo para drenar o excesso de líquido. Não existe cura, mas o tratamento pode proporcionar alívio a longo prazo e salvar vidas.

 

A hidrocefalia constitui uma condição ameaçadora à vida, podendo, na dependência da doença de base, causar coma profundo e, até mesmo, morte em um curto intervalo de tempo, segundos a minutos. Por isso a importância do diagnóstico precoce e o início do tratamento o quanto antes.

A cranioestenose ou craniossinostose é uma doença caracterizada pela fusão (junção) prematura de uma ou mais suturas cranianas (fontanelas ou moleiras).

 

Isto ocorre considerando que o crânio não é formado por um osso único, mas por “placas” ósseas que são unidas entre si por linhas chamadas suturas. Elas funcionam como áreas de expansão que permitem que o cérebro possa crescer dentro da calota craniana. As suturas normalmente se fundem após o término do crescimento do crânio, no entanto, em alguns casos elas se fundem antes do nascimento, provocando deformidades na cabeça.

 

 

A principal consequência é a deformação do crânio e pode ser responsável por um conflito de crescimento entre o crânio e o encéfalo, que resulta por vezes em uma hipertensão intracraniana crônica, com graves lesões neurológicas, incluindo retardo mental.

 

As principais causas são: alterações genéticas, infecções intrauterinas e uso de medicamentos durante a gestação.

 

O diagnóstico é feito por exame físico da cabeça do bebê, com auxílio de exames de imagem. Idealmente a doença deve ser tratada antes do 6º/8º mês de vida afim de se evitar as sequelas neurológicas.

 

tratamento é cirúrgico e consiste na criação “artificial” dos espaços e suturas do crânio, com resultados funcionais e estéticos satisfatórios.

A principal consequência é a deformação do crânio e pode ser responsável por um conflito de crescimento entre o crânio e o encéfalo, que resulta por vezes em uma hipertensão intracraniana crônica, com graves lesões neurológicas, incluindo retardo mental.

 

As principais causas são: alterações genéticas, infecções intrauterinas e uso de medicamentos durante a gestação.

 

O diagnóstico é feito por exame físico da cabeça do bebê, com auxílio de exames de imagem. Idealmente a doença deve ser tratada antes do 6º/8º mês de vida afim de se evitar as sequelas neurológicas.

 

tratamento é cirúrgico e consiste na criação “artificial” dos espaços e suturas do crânio, com resultados funcionais e estéticos satisfatórios.

Logo quadrado
DR.
GUILHERME
ROSSONI

CRM-SP 161-136

CRM-ES 11.625

CRM-RJ 0115.109

NAS MINHAS REDES SOCIAIS DIVULGO AS ÚLTIMAS NOVIDADES SOBRE TRATAMENTOS.
ACOMPANHE!

CONSULTÓRIOS:

São Paulo- SP

R. Apeninos, 930 - 14 º andar sala 144 Paraíso. SP, CEP: 04104-020

São Paulo- SP

R. Restinga, 113 - Conjunto 1715 - Tatuapé, SP - CEP: 04104-020

São Paulo- SP

R. Loefgreen, 1304 - Sala 31 - Vila Clementino, SP - CEP: 04040-001

Espirito Santo-ES

Av. Nossa Senhoar dos Navegantes, 955 - Enseada do Suá, Vitória - ES, CEP: 29050-335

Rio de Janeiro-RJ

Rua Voluntários da Pátria, 190 - Grupo 1012 e 1026 - Botafogo.