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doenças da coluna

Trata-se de uma lesão originada nos discos cartilaginosos intervertebrais, os quais funcionam como “amortecedores” de impacto que evitam atrito e contato direto e doloroso entre as vértebras. Quando um destes discos sofre deslocamento (sai do eixo), pode comprimir a medula ou os nervos que dela emergem, provocando dores na coluna com irradiação para braços ou pernas (dependendo da região que acometem – cervical, torácica ou lombar), perda de sensibilidade, formigamento, alteração de marcha (dificuldade para andar) e do controle urinário.

Algumas curiosidades:

  •  80-90% dos pacientes que sofrem com problemas de hérnia de disco não precisam realizar cirurgia na coluna vertebral, podendo tratar com método não invasivo;
  • Até 15% da população mundial sofre com problemas relacionados à coluna;
  • 13% de todas as consultas médicas estão relacionadas com dores na coluna;
  • Hérnia de disco é a terceira causa de aposentadoria precoce;
  • Estima-se que cerca de 6 milhões de brasileiros sofram com essa doença;
  • Pessoas com faixa etária de 25-45 anos apresentam maior índice de casos de hérnia de disco.

Algumas curiosidades:

  •  80-90% dos pacientes que sofrem com problemas de hérnia de disco não precisam realizar cirurgia na coluna vertebral, podendo tratar com método não invasivo;
  • Até 15% da população mundial sofre com problemas relacionados à coluna;
  • 13% de todas as consultas médicas estão relacionadas com dores na coluna;
  • Hérnia de disco é a terceira causa de aposentadoria precoce;
  • Estima-se que cerca de 6 milhões de brasileiros sofram com essa doença;
  • Pessoas com faixa etária de 25-45 anos apresentam maior índice de casos de hérnia de disco.

O nervo ciático (ou isquiático) é o mais comprido e espesso nervo do corpo humano. Nasce a partir de cinco raízes nervosas que saem da coluna lombossacral e se unem, ao nível dos glúteos e, a partir daí, descem para coxa, joelho, perna, pé e ponta dos dedos. É responsável pela sensibilidade e movimento de todo o membro inferior e, portanto, qualquer inflamação ou compressão desse nervo pode desencadear dor ao longo de todo o seu trajeto (dor ciática).

A dor ciática, que ocorre em qualquer porção de caminho do nervo, pode ser relatada como: dor tipo fisgada/ pontada, dor profunda “na carne/ músculo” e até mesmo queimação ou choques.

Algumas curiosidades:

  • Afeta até 15% da população mundial.
  • Mais comum se iniciar após os 40 anos.
  • Afeta igualmente homens e mulheres.
  • Sua principal causa: hérnia de disco lombar.
  • Outras causas: artrose, canal lombar estreito, espondilolistese (deslizamento das vértebras), tumores e infecções.

O tratamento inclui: uso de medicações analgésicas e anti-inflamatórias, repouso, reabilitação física (Fisioterapia, RPG, Pilates), reeducação postural, perda de peso, infiltração (injeção de medicamentos na coluna e no nervo) e, até mesmo, cirurgia em casos graves, refratários ou com sinais de alarme (perda da função motora).

Em geral o tratamento conservador (sem necessidade de cirurgia) promove adequada recuperação num período de 6-8 semanas, desde que o paciente colabore e siga as orientações médicas.

Algumas curiosidades:

  • Afeta até 15% da população mundial.
  • Mais comum se iniciar após os 40 anos.
  • Afeta igualmente homens e mulheres.
  • Sua principal causa: hérnia de disco lombar.
  • Outras causas: artrose, canal lombar estreito, espondilolistese (deslizamento das vértebras), tumores e infecções.

O tratamento inclui: uso de medicações analgésicas e anti-inflamatórias, repouso, reabilitação física (Fisioterapia, RPG, Pilates), reeducação postural), perda de peso, infiltração (injeção de medicamentos na coluna e no nervo) e, até mesmo, cirurgia em casos graves, refratários ou com sinais de alarme (perda da função motora).

Em geral o tratamento conservador (sem necessidade de cirurgia) promove adequada recuperação num período de 6-8 semanas, desde que o paciente colabore e siga as orientações médicas.

Também chamado de protrusão discal, é o processo inicial de uma hérnia de disco.  Ele acontece quando o disco intervertebral acaba se desgastando ou perdendo elasticidade e, assim, deslocando-se de sua posição original. O disco pode se deslocar em direção à medula espinhal ou raízes nervosas e, com isso, há dor.  Se o abaulamento discal não for tratado corretamente, certamente irá evoluir para uma hérnia de disco no local. 

O principal sintoma é a dor na região do abaulamento. Já as causas mais comuns são: hereditariedade (genética), envelhecimento, realização de movimentos repetitivos, trabalho físico pesado (com grande carga sobre a coluna), movimentos que incluem torção ou rotação frequente do tronco e postura incorreta.

O principal sintoma é a dor na região do abaulamento. Já as causas mais comuns são: hereditariedade (genética), envelhecimento, realização de movimentos repetitivos, trabalho físico pesado (com grande carga sobre a coluna), movimentos que incluem torção ou rotação frequente do tronco e postura incorreta.

É o deslizamento de duas vértebras da coluna, uma sobre a outra. Os deslizamentos podem ocorrer para frente ou para trás. A espondilolistese pode acontecer nos três seguimentos da coluna: lombar, torácica e cervical.

A consequência mais preocupante é a compressão dos nervos e da medula, sendo que, a longo prazo, pode ocasionar perdas sensitivas e motoras, em membros inferiores e superiores, dependendo da sua localização. Entre os nervos que podem ser comprometidos está o ciático, que sai da coluna lombar e desce pelo glúteo até alcançar a ponta dos pés, podendo sua compressão ou inflamação causar dor em qualquer parte desse trajeto.

A osteofitose, conhecida popularmente como “bico de papagaio”, é um crescimento ósseo anormal entre duas vértebras da coluna vertebral que causa dor e limitação de movimentos. Pode atingir a coluna cervical, torácica e lombar.

É chamada de bico de papagaio porque quando visto ao raio-X, o osteófito faz lembrar um bico de papagaio.

As causas estão relacionadas principalmente à genética, má postura, sobrecarga mecânica na coluna, obesidade, exercícios físicos com impactos repetitivos e extenuantes, bem como o tabagismo. Pode causar dor local que costuma piorar com a movimentação e a prática de exercícios físicos, com dores tipo pontada e/ou queimação. Em casos mais graves, causa dor de pinçamento dos nervos, com irradiação para mãos e pés.

As causas estão relacionadas principalmente à genética, má postura, sobrecarga mecânica na coluna, obesidade, exercícios físicos com impactos repetitivos e extenuantes, bem como o tabagismo. Pode causar dor local que costuma piorar com a movimentação e a prática de exercícios físicos, com dores tipo pontada e/ou queimação. Em casos mais graves, causa dor de pinçamento dos nervos, com irradiação para mãos e pés.

Escoliose é uma deformidade entendida como o desalinhamento da coluna vertebral, contorcendo-se em seu próprio eixo, inclinando-se para frente ou para trás e para os lados; ou seja, em um plano tridimensional (“coluna em S”).

Ocorre mais frequentemente durante o pico de crescimento pouco antes da puberdade. A maioria dos casos é leve, com poucos sintomas.

Algumas crianças desenvolvem deformidades na coluna vertebral que se tornam mais graves à medida que elas crescem. A escoliose grave pode ser dolorosa e incapacitante. Geralmente os tratamentos indicados incluem RPG, fisioterapia e reeducação postural, sendo que em casos mais graves é indicado o uso de coletes ou até mesmo cirurgia por meio de artrodese (fixação com pinos e parafusos).  

Algumas crianças desenvolvem deformidades na coluna vertebral que se tornam mais graves à medida que elas crescem. A escoliose grave pode ser dolorosa e incapacitante. Geralmente os tratamentos indicados incluem RPG, fisioterapia e reeducação postural, sendo que em casos mais graves é indicado o uso de coletes ou até mesmo cirurgia por meio de artrodese (fixação com pinos e parafusos).  

Síndrome causada pelo pinçamento dos mais variados nervos do corpo humano: ciático, mediano (túnel do carpo), radial, ulnar, nervos cranianos, dentre outros.

Sintomas podem variar desde o desconforto leve, passando por uma dor tipo pontada, choque ou queimação, ao longo do trajeto do nervo, formigamentos, perda de sensibilidade e de força motora (fraqueza), além de alterações esfincterianas (controle da bexiga e das fezes).

A compressão pode ser por: desgaste da coluna, inflamação, infecções, doenças auto-imunes, traumas diretos sobre os nervos e, até mesmo, tumores. Exames complementares são necessários para cada tipo de nervo acometido.

A compressão pode ser por: desgaste da coluna, inflamação, infecções, doenças auto-imunes, traumas diretos sobre os nervos e, até mesmo, tumores. Exames complementares são necessários para cada tipo de nervo acometido.

A estenose de canal vertebral ou espinhal é uma doença causada pelo estreitamento do canal espinhal, ou seja, pela mudança no tamanho ou na forma do canal ósseo por onde passam a medula e suas raízes nervosas. Tem como principal causa o envelhecimento e o consequente desgaste das estruturas que compõem a coluna (osso, cartilagem, ligamentos e articulações). Normalmente, existe espaço suficiente nas aberturas dos ossos da coluna vertebral para acomodar as fibras nervosas. Porém, quando o tamanho destas aberturas é reduzido (devido a um crescimento excessivo do osso ou tecido adjacente), pode ocorrer a compressão do nervo.

Os sintomas são muito semelhantes aos da hérnia de disco. No entanto, enquanto a hérnia de disco é um evento agudo, a estenose é um processo degenerativo crônico e lentamente progressivo. Os pacientes que têm estenose cervical grave podem sofrer de dor aguda, parecida com um choque, especialmente quando eles flexionam o pescoço e apontam o queixo em direção ao peito.

A estenose espinhal pode causar dormência, fraqueza, sensações de queimação, formigamento e sensação de “alfinetadas e agulhadas” nos braços e pernas, além de câimbras e dificuldade para caminhar. Infelizmente, trata-se de uma doença que não costuma responder bem aos tratamentos conservadores. Em média, um terço dos casos necessitam de intervenção cirúrgica.

Os sintomas são muito semelhantes aos da hérnia de disco. No entanto, enquanto a hérnia de disco é um evento agudo, a estenose é um processo degenerativo crônico e lentamente progressivo. Os pacientes que têm estenose cervical grave podem sofrer de dor aguda, parecida com um choque, especialmente quando eles flexionam o pescoço e apontam o queixo em direção ao peito.

A estenose espinhal pode causar dormência, fraqueza, sensações de queimação, formigamento e sensação de “alfinetadas e agulhadas” nos braços e pernas, além de câimbras e dificuldade para caminhar. Infelizmente, trata-se de uma doença que não costuma responder bem aos tratamentos conservadores. Em média, um terço dos casos necessitam de intervenção cirúrgica.

A lesão da medula espinhal decorrente de trauma, também nomeada traumatismo raquimedular (TRM), ocorre em cerca de 15% a 20% das fraturas da coluna vertebral. Trata-se de uma lesão direta da medula espinhal que provoca danos neurológicos temporários ou permanentes na função motora, na sensibilidade ou na função autonômica (reflexos, controle da bexiga, controle da evacuação, entre outros).  A lesão incide, preferencialmente, no sexo masculino na proporção de 4:1, e na faixa etária entre 15 e 40 anos.

As principais causas são: acidentes automobilísticos, queda de altura, acidente por mergulho em água rasa e ferimentos por arma de fogo.

A localização da lesão está diretamente relacionada ao mecanismo de trauma, sendo que até dois terços das lesões medulares estão localizadas na coluna cervical.

O tratamento do TRM deve iniciar no momento do atendimento primário ao paciente politraumatizado com imobilização da coluna por meio de colar cervical e prancha rígida para se evitar lesões adicionais ou ampliação das lesões já existentes.

Posteriormente, o tratamento definitivo da lesão tem como principais objetivos a preservação da anatomia e função da medula espinhal, restauração do alinhamento da coluna, estabilização do segmento vertebral lesado, prevenção de complicações gerais locais e o reestabelecimento precoce das atividades do paciente.

Não existe até o momento nenhum tratamento cirúrgico capaz de restaurar as lesões perdidas da medula espinhal lesada, sendo que o principal objetivo é evitar lesões adicionais da medula e favorecer sua recuperação.

A localização da lesão está diretamente relacionada ao mecanismo de trauma, sendo que até dois terços das lesões medulares estão localizadas na coluna cervical.

O tratamento do TRM deve iniciar no momento do atendimento primário ao paciente politraumatizado com imobilização da coluna por meio de colar cervical e prancha rígida para se evitar lesões adicionais ou ampliação das lesões já existentes.

Posteriormente, o tratamento definitivo da lesão tem como principais objetivos a preservação da anatomia e função da medula espinhal, restauração do alinhamento da coluna, estabilização do segmento vertebral lesado, prevenção de complicações gerais locais e o reestabelecimento precoce das atividades do paciente.

Não existe até o momento nenhum tratamento cirúrgico capaz de restaurar as lesões perdidas da medula espinhal lesada, sendo que o principal objetivo é evitar lesões adicionais da medula e favorecer sua recuperação.

A coluna vertebral é submetida a esforços contínuos diariamente. Suporta nosso peso corporal durante movimentos de caminhada, agachamento, pulos e corrida. Diversas forças atuam na coluna, sendo as mais importantes: compressão e distração. Essas cargas são distribuídas pelas diversas estruturas de sustentação da coluna (vértebras, discos, articulações e músculos).

As fraturas ocorrem quando essas forças que estão agindo sobre as vértebras conseguem vencer a resistência do osso, gerando um colapso de sua estrutura quebrando-o.

 

 

As principais causas são: acidentes automobilísticos, queda de altura, acidente por mergulho em água rasa e ferimentos por arma de fogo. Outras causas possíveis de fratura da coluna são: osteoporose, envelhecimento, tumores, infecções e inflamações crônicas.

Os sintomas dependem da gravidade da lesão, que podem ser percebidos como dores leves até incapacidade total de movimentação por dores intensas. A proximidade com estruturas nervosas pode acarretar lesão neurológica por compressão ou estiramento.

Quando a fratura causa uma lesão neurológica, o paciente pode desenvolver um traumatismo raquimedular (paraplegia ou tetraplegia) permanente, ou apenas um déficit temporários, com dores, formigamento e fraqueza no nervo acometido. 

A localização da lesão está diretamente relacionada ao tratamento, considerando as possíveis seqüelas que o paciente terá dependendo da região afetada.

O tratamento definitivo da lesão tem como principais objetivos a preservação da anatomia e função da coluna, restauração do alinhamento das vértebras, estabilização do segmento vertebral lesado, prevenção de complicações gerais locais e o reestabelecimento precoce das atividades do paciente.

As principais causas são: acidentes automobilísticos, queda de altura, acidente por mergulho em água rasa e ferimentos por arma de fogo. Outras causas possíveis de fratura da coluna são: osteoporose, envelhecimento, tumores, infecções e inflamações crônicas.

Os sintomas dependem da gravidade da lesão, que podem ser percebidos como dores leves até incapacidade total de movimentação por dores intensas. A proximidade com estruturas nervosas pode acarretar lesão neurológica por compressão ou estiramento.

 Quando a fratura causa uma lesão neurológica, o paciente pode desenvolver um traumatismo raquimedular (paraplegia ou tetraplegia) permanente, ou apenas um déficit temporários, com dores, formigamento e fraqueza no nervo acometido. 

 A localização da lesão está diretamente relacionada ao tratamento, considerando as possíveis seqüelas que o paciente terá dependendo da região afetada.

 O tratamento definitivo da lesão tem como principais objetivos a preservação da anatomia e função da coluna, restauração do alinhamento das vértebras, estabilização do segmento vertebral lesado, prevenção de complicações gerais locais e o reestabelecimento precoce das atividades do paciente.

Os cistos facetários também são conhecidos como cistos sinoviais. A sinovia é um tecido fino que produz um fluído que ajuda a lubrificar as articulações. Quando as lubrificações facetárias lombares começam a degenerar, esse fluído pode aumentar como tentativa de proteger a articulação e às vezes esse líquido pode escapar de sua cápsula e formar cistos dentro da sinovia.

Os cistos sinoviais são relativamente comuns nos exames de imagem principalmente na população idosa.

 A maioria dos cistos facetários NÃO apresentam sintomas.

Os sintomas dependem da localização do cisto, podendo apresentar:

  • Dor na região lombar, torácica e/ou cervical;
  • Formigamento e perda de força nas pernas;
  • Pressão nas raízes nervosas, causando dor aguda.

O tratamento inclui uso de medicamentos, bem como fisioterapia, RPG, acupuntura e pilates. No casos mais graves, pode ser realizada cirurgia para retirada do cisto.

 A maioria dos cistos facetários NÃO apresentam sintomas.

Os sintomas dependem da localização do cisto, podendo apresentar:

  • Dor na região lombar, torácica e/ou cervical;
  • Formigamento e perda de força nas pernas;
  • Pressão nas raízes nervosas, causando dor aguda.

O tratamento inclui uso de medicamentos, bem como fisioterapia, RPG, acupuntura e pilates. No casos mais graves, pode ser realizada cirurgia para retirada do cisto.

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